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quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Papai Noel existe?
Então está chegando o Natal. É uma época de festa, luzes, as pessoas ficam envolvidas em um clima diferente. Você pode até tentar resistir, mas próximo ao dia 24 de dezembro, você acaba se contaminando pelo clima. Muitas pessoas não gostam do Natal, acham uma data triste. Principalmente quem perdeu um ente querido nesta data, nunca mais vê o Natal da mesma maneira. Eu acho que o Natal tomou uma conotação muito diferente ao longo dos anos. As pessoas, de uma maneira geral, têm associado esta data a presentes, ceia com mesa farta, bebidas, festas. O apelo ao consumismo é muito grande. Tendo apenas esta ótica, concordo que o Natal pode se tornar uma data muito triste para quem não tem condições de comprar presentes ou de ter uma mesa farta, cercada por amigos e familiares. Mas o Natal não é só a troca de presentes, a árvore com bolinhas , a neve importada. Nesta data comemoramos o nascimento de Jesus Cristo, símbolo máximo da fraternidade e do amor para os cristãos. E esta data tem um significado especial para nossas crianças. Por mais que ao longo dos anos o Natal tenha perdido a magia para nós, por mais que as perdas, a falta de dinheiro, de amor, a violência, tenham nos tirado o prazer de comemorar a data, não podemos privar nossas crianças desta magia. As crianças precisam acreditar em Papai Noel. Segue uma reportagem que resume muito bem o que penso sobre o Natal e responde a pergunta que fiz no início do post.
" A fantasia do Natal
Papai Noel na TV, nos shoppings, nos mercados e até nas ruas. Com a aproximação do Natal, as crianças ficam divididas entre acreditar ou não no bom velhinho. O que os pais devem fazer?
" Quando a folhinha marcava dezembro, eu já sabia que o mês era de festa em casa. E tudo começava com a cartinha para o Papai Noel e a árvore de Natal. Mas sempre, primeiro, a cartinha". Carla Regina Soares, 36 anos, fala com saudades da infância que passou em Goiás. E para deixar esse gostinho de encantamento nos filhos é que ela, todo ano, repete a tradição passada pela mãe. “A primeira sexta-feira de dezembro eu reúno meus dois filhos, de três e cinco anos, e a gente escreve as cartinhas para o Papai Noel. Eles fazem até desenho para mandar! Depois, colocamos no correio. É impressionante a felicidade deles, voltam para casa falando e falando. Eu acho legal alimentar essa fantasia.”
A psicóloga infantil Regiane Cunha Zanotto concorda. “É importante deixar a criança viver isso. O próprio Natal é uma época de fantasias, de luzes coloridas por todo o lado, de Papais Noéis nas janelas. As crianças entram nesse mundo. E numa realidade com tanta violência como hoje porque não fantasiar um pouco?” Clarissa, de 8 anos, acredita parcialmente no bom velhinho. “Eu sei que é meu pai quem compra os presentes, mas acho que existe um Papai Noel, que mora lá no Pólo Norte e cuida de coisas relacionadas ao Natal. Tipo as renas! Alguém precisa cuidar delas!” Mesmo sabendo que é o pai quem vai atrás dos pedidos, a garota ainda escreve cartinhas, mas dá uma desculpa: “É pro meu irmão não desconfiar.”
No entanto, a psicóloga alerta: os pais devem estar preparados para o momento em que as crianças questionarem a existência do bom velhinho. “Tem que trabalhar os pequenos todo ano, ir contando onde vive o Papai Noel, o que ele faz e principalmente reforçar que o Natal não é só essa coisa de ganhar presente.” Segundo ela, é preciso estar atento ao modo como a criança reage às informações. Mas garante que geralmente a descoberta se dá de maneira natural, no convívio com outras crianças. “Eu me lembro de quando era criança, eu colocava meias na janela para o Papai Noel. E um dia essa fantasia acabou, mas só as lembranças dessa fantasia já valem. Eu vivi uma fantasia e foi ótimo. É bom deixar que as crianças aproveitem esse momento delas que depois vão se tornar lindas recordações”.
Fonte: http://finaldeano2007.ig.com.br/materia/dicas_e_servicos/2007/12/06/a_fantasia_do_natal_1108023.html
Então, pelas nossas crianças, vamos preservar o Natal, com todos os simbolismos e tradições. Faz muito bem ao espírito. Um dia elas vão deixar de acreditar mesmo...
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terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Então é Natal...

Esse ano montei a árvore mais cedo, em novembro já estava pronta. A Ana adorou a árvore de Natal, com suas bolinhas, anjinhos, sinos e luzes. Pois é... o Natal está chegando, 2007 indo embora. Confesso que esse ano estou animada para o Natal, mas nem tanto. Estou muito feliz com minha pequena família, marido e filha. Convivo bem com minha mãe e meu pai. Mas com o resto da família... tias, tios, primos, está todo mundo sumido, não nos visitamos mais. Todos ficam longe o ano todo, cada qual cuidando de suas vidas, agora no final do ano, acho que não tem muito clima para reunir, não. Sei lá, estou meio chateada com meu pessoal. Depois que meu pai adoeceu - ele teve AVC e em setembro completou 04 anos que está acamado- houve muitas dasavenças na família, as pessoas se afastaram. Desentendimentos sobre quem poderia ajudar a cuidar dele, no modo como estávamos cuidando dele, enfim. Eu mesma achei melhor me afastar. Mas no fundo fico muito sentida, pois prezo muito a família como um todo.Acho bonito família grande, onde todos se reúnem ao redor do matriarca ou patriarca. Minha família sempre foi pequena, eu não tenho irmãos, mas mantinha contato com os primos e primas, éramos mais unidos. Agora tudo mudou, infelizmente para pior. Os primos não estão conseguindo manter a união do tempo dos pais. Mas vamos tocando o bonde, do jeito que dá. Para a minha filha quero proporcionar um Natal gostoso, seja em que lugar for, em um um clima de oração, agradecimento, pois não
podemos esquecer o real motivo do Natal, o nascimento de Jesus Cristo, uma época de solidariedade e amor. E claro, proporcionar também um clima de magia e presentes. Vou levá-la para tirar a tradicional foto com Papai Noel, não sei qual será a reação dela quando vir aquele homem barbudão... Vou comprar roupas novas para ela e um brinquedo, que talvez seja uma boneca, um cavalinho de pano para ela montar ou um velocípede. Vou decidir ainda. Quero que ela tenha um Natal bonito, com a família dela. E se pelo meu lado as coisas estão estranhas, temos a família do marido, que é muito grande, são unidos e todos amam demais a Ana. O Ano Novo devemos passar com eles. Revezamos assim todo ano, o Natal com minha família e o Ano Novo com a família do marido, que se reúnem em um sítio ou na casa de alguém. Mas sempre juntos. Enfim, aos poucos vamos entrando no clima.
podemos esquecer o real motivo do Natal, o nascimento de Jesus Cristo, uma época de solidariedade e amor. E claro, proporcionar também um clima de magia e presentes. Vou levá-la para tirar a tradicional foto com Papai Noel, não sei qual será a reação dela quando vir aquele homem barbudão... Vou comprar roupas novas para ela e um brinquedo, que talvez seja uma boneca, um cavalinho de pano para ela montar ou um velocípede. Vou decidir ainda. Quero que ela tenha um Natal bonito, com a família dela. E se pelo meu lado as coisas estão estranhas, temos a família do marido, que é muito grande, são unidos e todos amam demais a Ana. O Ano Novo devemos passar com eles. Revezamos assim todo ano, o Natal com minha família e o Ano Novo com a família do marido, que se reúnem em um sítio ou na casa de alguém. Mas sempre juntos. Enfim, aos poucos vamos entrando no clima.
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Marcadores: família, fim de ano, Natal, neuras
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