Hoje não vou falar da Ana. Vou dar espaço ao meu papel de esposa e falar do maridão. Meu marido está desempregado há um bom tempo. É uma situação muito ruim, mas acontece nas melhores famílias, né? E isto o está desestabilizando emocionalmente e tornando nossa vida muito arrochada, pois só dependemos de 01 renda para sobreviver. Mas vamos levando, é claro que falta alguns luxos, como ir ao cinema, comprar roupas, viajar. Mas confiamos que esta situação é temporária, depois da tempestade tem que vir a bonança, né? Ele está empenhado em melhorar, está estudando à noite. E nós dois concordamos que o estudo é prioridade. Achar uma colocação no mercado de trabalho, com carteira assinada e demais direitos está muito difícil. Ele já espalhou muitos currículos, já conversou com Deus e todo mundo, mas infelizmente ainda não apareceu nada. Diante disto ele está disposto a buscar um trabalho informal e autônomo. Meu marido já trabalhou em restaurante, ele tem conhecimentos na arte da culinária e está pensando em investir neste ramo. Aqui em BH tem uma feira de artesanato instalada no Mineirinho (ao lado do Mineirão), há barracas de artesanato e de alimentação. Meu marido está planejando colocar uma barraca nesta feira, com algum tipo de comida. Ontem ele foi conversar com o administrador da feira para saber como instalar uma barraca lá. Ele informou ao meu marido que no momento não há vagas disponíveis, mas que eles estão ampliando a feira e daqui a 15 dias meu marido deve voltar a procurá-lo e com certeza ele terá um espaço. Para montar a barraca não é fácil nem barato. A administração da feira fornece a barraca, as mesas as cadeiras, vasilhames, mas temos que pagar um aluguel em torno de R$ 600,00 reais e mais uma taxa de adesão de R$ 1.000,00 reais. É caro? É. É arriscado? Um pouco. Mas meu marido está com muita vontade de tentar. E eu acho válido. A feira é muito movimentada e funciona dois dias na semana, às quintas e aos domingos. O administrador disse que meu marido pode colocar uma barraca com algum tipo de alimento que ainda não tem lá. Meu marido pesquisou e observou que na feira não tem barraca de sanduíches e sucos naturais. E acha que pode ser uma boa opção, pois muitos jovens frequentam a feira e este tipo de comida pode agrádá-los. Precisamos providenciar uma chapa e outros apetrechos. A solução que encontramos, no momento, é vender nosso carro para poder investir neste negócio. Dá um frio na barriga, mas vou apoiá-lo nesta decisão. Afinal, se não andamos não saímos do lugar, né? Estamos pensando no mehor para nossa família.E creio que dará certo, é apenas uma barraca de sanduíches, não é um negócio que exija um investimento muito alto, apesar que, na nossa situação, qualquer perda pode ser prejudicial. Mas vai dar certo!! Gente, não é possível uma barraca de sanduíches, em uma feira, não dar certo, né? Vamos rezar e pedir a Deus que nos ajude, nossa parte nós estamos fazendo.
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sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
Saindo do perrengue
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Consegui colocar o slide!!
Novidades no blog. Consegui colocar o slide ao lado. Ainda tá meio grande, né? saindo da página, mas depois dou um jeito. Agora ninguém me segura!! Obrigada Bárbara e Carol pelas dicas, era mais simples do que eu pensava...Depois vou acrescentar mais fotos e incrementar o slide. Tudo para deixar o blog mais bonitinho e cheio de novidades para vocês! Beijos
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Slide fases da Ana
Gente, quebrei a cabeça para tentar inserir um slide aqui no blog. Consegui colocá-lo na postagem. Mas na verdade eu gostaria que ele ficasse no sidebar, exposto constantemente no blog, aí do lado. Mas não consegui achar em nenhum site como fazer isto. Se alguém souber como faço para colocar o slide no blog, e não na postagem, me ensinem. Beijocas
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Notícias da consulta
Bom gente, está tudo muito bem com a Ana, pelo menos fisicamente. Ela está com 11 quilos, eu acho magrinha mas o pediatra disse que o peso está ótimo. Dr. Job pediu os exames de rotina para sangue, urina e fezes. Conversei muito com ele a respeito das crises de choro e "impaciência" da Ana, que ele afinal pôde constatar com os próprios olhos, pois a Ana aprontou um escândalo durante a consulta, não deixando que ele a examinasse. Eu gosto muito deste pediatra, ele me tranquiliza muito. Falou que ela é uma menina muito ativa e esperta, está bem de saúde, mas para minha tranquilidade e para o bem estar dela achou melhor indicar sim uma avaliação com um psicólogo infantil. Ele disse que neurologicamente ela não apresenta nenhum problema, ou seja, ela nunca ficou em CTI, apresentou problemas no parto, falta de oxigenação no cérebro, ou qualquer outro problema neurológico que pudesse afetar seu comportamento (foi o que entendi) Esse comportamento tão instável e ansioso tem a ver com alguma questão emocional, pode ter origem nela ou no modo como lidamos com ela. Enfim, ele disse que eu ficasse tranquila, que o psicólogo com certeza vai conversar muito comigo e com o pai, observar o comportamento dela e me orientar para saber como agir durante as "crises" de choro e ansiedade. Ele disse exatamente o que eu pressentia. Que a Ana não vai precisar de tratamento, de fazer várias sessões, até pela pouca idade dela, mas que uma boa conversa e algumas orientações da psicologia poderão me ajudar a lidar melhor com ela. Saí de lá muito tranquila e com o pedido de atendimento psicológico em mãos. O stress veio no momento de ir ao escritório do convênio pedir a autorização para a consulta. Eles me informaram que o pedido estava incompleto, que na solicitação do médico devia constar o motivo do pedido. Oras, quem saberá o motivo é o psicólogo, argumentei. O médico está solicitando somente uma avaliação, a psicologia é quem vai definir a necessidade de tratamento ou não. É claro que não adiantou meus argumentos. Hoje tive que voltar ao pediatra e pedir que ele refizesse o pedido. Ele mesmo achou isto questionável e usou os mesmos argumentos comigo. Mas com muita boa vontade fez outro pedido, colocando as justificativas. Puxa vida, como é difícil ter plano de saúde e ter acesso a todos os serviços que você precisa. Existe uma lei obrigando todos os planos de saúde a incluírem em seus serviços atendimento psicológico. Mas até que ela seja implementada, temos que aguentar toda esta burocracia! Bem, mas vou conseguir esta consulta para minha filha, nem que eu tenha que denunciar o convênio junto a ANS. Beijos
P.S. Ei pessoal, não fiquem com preguiça de comentar... ou será que ninguém me visita? (snif, snif)
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Fim de semana
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Tomando providências
Bom, post baixo astral não pode ficar no topo, né? Então vamos às notícias. Acabei de ligar para o convênio. Me informaram que para marcar uma consulta com o psicólogo infantil, é necessáro o encaminhamento do pediatra. Então levo este encaminhamento ao escritório do convênio e eles autorizam a consulta. ( êta burocracia!). Então já marquei a consulta com o pediatra para a próxima semana. Vou falar com ele tudo que está acontecendo e ver se ele encaminha para o psicólogo. Mas acredito que ele encaminhará, eu já havia falando antes para ele destas "crises" da Ana Olívia, ele disse que muitas crianças passam por isto, e não via muito problema, mas se eu quisesse ele indicaria sim um especialista. Estou melhor e mais esperançosa agora. Espero encontrar um profissional muito bom e paciente para nos ajudar. Nos desejem sorte!!
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Desabafo de mãe
Definitivamente, eu preciso de ajuda. Estou esgotada hoje, muito aflita e tristonha. E preciso ajudar minha filha. O comportamento de Ana não pode ser normal. Ontem ela chegou em casa bem, brincou, tomou banho, tomou a mamadeira e foi dormir. Porém, às 02:00 horas da manhã ela acordou chorando. E eu, pingando de sono, fui buscá-la no quarto. Tentei deitar com ela na minha cama, ela esperneou, mas eu estava muito cansada, queria dormir. Ralhei com ela para ela deitar comigo e dormir, e ela chorava cada vez mais. Levantei, ofereci água, fiz outra mamadeira, ofereci. Nada. Tentei fazê-la dormir e ela só choramingando. Então liguei o DVD e deixei ela assistir cocoricó e me deitei do lado dela. Ela se acalmou com o DVD e ficou assistindo. Cochilei. Acordei com ela subindo em mim e chorando. O Cocoricó havia terminado. Desliguei o DVD e tentei fazê-la dormir. Ela chorou e berrou desesperadamente. Fiquei andando com ela pela casa, e ela nada de dormir, era só eu deitar com ela para ela cair no berreiro. Olhei as horas, 04:00 horas da manhã! Desde as 02 horas estávamos nesta luta, eu, meu marido e Ana. Coloquei ela no colo e fiquei andando pela casa, embalando ela nos braços. Só assim ela conseguiu pegar no sono. Mesmo assim, quando a coloquei no berço ela choramingou. Fiquei um pouco ao lado do berço e ela sossegou. Fui para o quarto me deitar. Do meu quarto ouvi quando ela começou a choramingar. Mas fiquei quieta, só escutando. Isso durou até amanhecer, eu não dormi direito, porque a Ana, mesmo dormindo, ficava gemendo, querendo chorar. Fiquei pensando se ela estava sentindo alguma dor, mas não havia sinais para isto, febre ela não tinha, estava alimentada... Finalmente amanheceu. Levantei, e comecei a me arrumar para o trabalho enquanto ela dormia. Fui ao quarto e a despertei, para trocar de roupa, mamar e ir para a creche. Ela já levantou chorosa. Esquentei a mamadeira que havia preparado de madrugada e ela tomou tudo. Quando fui trocar a fralda, ela não deixou de jeito nenhum. Resumindo, de manhã ela aprontou outro escândalo, não quis colocar a roupa para a ir para a escola, não quis colocar sapato, nada. É só berrava. Eu estava um caco! Sem entender nada. E não era choro seco não, é choro com lágrimas, muitas lágrimas. E quando eu a colocava no colo ela fungava, parecendo estar muito sentida. Nem quando ela era pequenininha e tinha cólicas eu tive uma noite tão ruim. Ana Olívia está muito instável e nervosa. O que me intriga é o comportamento dúbio que falei no post anterior. Na escola ela fica super bem. Porque comigo é este stress?? Liguei o Cocoricó de novo, ela se distraiu e acalmou um pouco, consegui trocar a fralda e colocar a roupa. O sapato ela não deixou. Saímos mesmo assim. Antes de sair meu marido me acoselhou (praticamente implorou) para eu procurar um psicólogo pelo plano de saúde. Eu estou concordando com ele, não podemos continuar assim. Eu não suporto mais esta situação. E acho que uma consulta iria ajudar não só a ela, principalmente a mim. Acredito que o psicólogo poderá me dar uma orientação de como agir com ela, como ajudá-la a se controlar. Saí para trabalhar arrasada. Deixei ela na escola, por sinal ela ficou super bem, de longe eu observava como ela estava tranquila com as professoras e colegas, e só consegui chorar. O que há de errado?? O pior é que quando ela fica assim, estou perdendo a paciência, brigo com ela (nunca bato) tento ser compreensiva, mas não está dando. Sou mãe, mas sou humana. E li em algum lugar que ninguém consegue ser boa mãe às 02 horas da madrugada. E fico com aquela sensação de ter agido errado, me sentindo culpada por ter perdido a paciência... Definitivamente, preciso de ajuda. Vou pesquisar no meu convênio a possibilidade de buscar uma ajuda psicológica.
P.S. Desculpem este "post desabafo" tão longo.Escrevi como uma metralhadora e coloquei tudo o que estou sentindo hoje.
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
02 aninhos chegando!!
Primeiramente queria agradecer às minhas amigas da Net que entraram neste bloguinho e me aconselharam em relação ao comportamento da Ana. Desencanei e de agora em diante vou continuar agindo com paciência e firmeza, mas sem culpa.
Ontem a Ana amanheceu vomitando, por isso não foi à escolinha. Cheguei a me arrumar para vir trabalhar e ia deixá-la com o pai, mas como os episódios de vômito se repetiam, resolvi ficar em casa ao lado dela. Ela só vomitou uma maior quantidade quando acordou, depois ela só vomitou uma gosminha amarelada, mas não teve febre ou diarréia. Dormiu quase a manhã inteira e acordou bem mais disposta, almoçou um pouquinho e ficou bem o resto do dia. Hoje ela foi para a escolinha. Acho que a causa do vômito foi a troca do leite, pois resolvi trocar o Ninho pelo leite de caixinha. Não por economia, que no fim fica quase a mesma coisa, mas para ela começar a entrar na rotina da família e não ficar acostumada só com o leite em pó. Mas vou continuar tentando, o pediatra já havia me dito que ela poderia tomar o leite de caixinha, desde que eu fervesse bem. O melhor seria usar o leite de saquinho, que tem menos conservantes, mas é bem mais difícil de armazenar, né? Ontem ela tomou a mamadeira antes de dormir e hoje pela manhã tomou novamente, e não teve qualquer reação. Vamos continuar observando.
Mudando de assunto, o aniversário de 02 anos está chegando!! Dia 23 de maio. Quando perguntamos quantos aninhos ela vai fazer ela responde: "_ doise" , levantando os dois dedinhos indicadores (ela não consegue fazer o dois só com uma mãozinha, né?). É muito fofa!! Desta vez a festinha vai ser lá em casa mesmo. Já estou toda animada, pensando no que preparar. O tema da festa vai ser o Cocoricó, que ela adora. Mas sinto que terei dificuldades com este tema. Já procurei em algumas lojas de produtos para aniversário e não encontrei painéis ou outros produtos sobre este tema. Acho que não deve ter muita saída né, pois a maioria das pessoas não assiste à TV cultura, então as lojas preferem vender temas mais populares, como princesas, moranguinho. Nada contra, acho lindo também, inclusive na festinha de 1 ano dela o tema foi Hello Kitty. Mas a Ana adora o Cocoricó e acho que seria ótimo fazer a festinha com um tema já familiar a ela. Infelizmente, o Cocoricó e TV cultura são produtos mais elitizados e o "povão" nem conhece os personagens ou sabe o que é. Mas eu vou dar um jeito, nem que tenha que rodar Belo Horizonte inteira! Se ficar muito difícil vou pensar em alugar a decoração, talvez não fique caro e valha a pena poupar minhas pernas.
A '" festa na fazenda Cocoricó" vai ter uma mesa com docinhos e o bolo, cachorro quente e refrigerante. Como estará frio, servir um caldo cai bem. Como temos quintal e fizemos uma churrasqueira nova, o menu principal vai ser churrasco, que agradará às crianças também. Falando em crianças, minha casa foi recém reformada, e meu marido está se matando para pintar toda a casa, então não será agradável ver crianças correndo pelo piso e pondo as mãozinhas fofas e engorduradinhas de carne nas paredes (acho que vou repensar o churrasco, rs), meu marido ia ter um treco. Então a prioridade é contratar um animador de festa, para manter as crianças entretidas no quintal e preservar minha casa de possíves acidentes. Gente, adoro crianças e sei que elas adoram brincar e correr. Mas muitas crianças reunidas em um único espaço gera uma histeria infantil coletiva. Elas querem correr, pular, gastar energia. Mas não precisam fazer isto em cima da minha cerâmica recém colocada, né! Então eu, como boa anfitriã que sou, preciso proporcionar alternativas de lazer e "escape" para elas. Melhor para elas e melhor para meus móveis e paredes (ai que chata, né?). Quem tiver outras sugestões, pode postar aqui que serão bem vindas. Beijos
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
O dilema do comportamento
Gente, tenho uma preocupação em relação ao comportamento da minha filha, que para mim está sendo um dilema e motivo de stress e tristeza. Na creche, as professoras me disseram que a Ana se adaptou muito bem, não chora e fica feliz todo o tempo. É claro que gosto de saber que minha filha fica feliz na creche, mas... Um dia, quando fui buscá-la na creche, perguntei à professora da tarde se ela ficou bem na escola, se chorou, essas coisas. Ela me respondeu: "Ela ficou super bem, não chorou, ela é muito tranquila." Gente, a professora estava falando da mesma criança? Essa criança tranquila referia-se à minha filha? Explico, para mim a Ana é tudo de bom, menos tranquila. Pelo menos em casa ela tem demonstrado um comportamento muito diferente. Já falei da minha dúvida nos primeiros dias de aula, que tinha receio que a Ana chorasse muito porque, em casa, quando eu preciso me afastar dela, para sair ou fazer alguma tarefa doméstica, é um drama! Acontece que na escolinha, conforme as professoras me informaram, ela ficou super bem! Mas observei que em casa o comportamento dela é completamente diferente. A Ana chora muito por qualquer coisa. Dizer que ela chora é pouco, ela literalmente berra, grita, se joga no chão, perde totalmente o controle. Chega ao ponto da minha mãe ouvir lá de cima e me questionar. Ela chora quando não a deixo mexer em algo perigoso, quando quer ficar só no colo, quando acaba o Cocoricó que ela está assistindo, e agora acorda chorando quase todos os dias, no meio da madrugada, para ir ao nosso quarto. Enfim, são N situações em que o choro é presente, é só ela ser contrariada em qualquer vontade que lá vem berros. Ultimamente ela tem berrado quando a colocamos na cadeirinha do carro. Eu preciso segurá-la com firmeza para colocar o cinto, pois com segurança eu não negocio. Meu marido está querendo levá-la ao psicólogo, pois ele já teve duas filhas, e disse que nunca viu uma criança chorar tanto quanto a Ana. Eu estou pensando seriamente em fazer isto. Minha mãe aconselha que a levemos à igreja, para benzê-la (será que ela pensa que minha filha está com o capeta no corpo? rs) Seria cômico se não fosse trágico. É claro que ela também tem momentos em que brinca, fica feliz, dá muita risada, distribui beijos e abraços, pois ela não deixa de ser uma menina fofa, esperta e carinhosa. Mas os momentos stress são uma verdadeira novela mexicana. Minha filha chora muito EM CASA. Em casa e COMIGO, pois em ambientes externos também ela já deu seu show de birras quando eu estava por perto. E como mãe politicamente correta que sou e cheia de culpa, repenso todas as minhas atitudes com ela, o que eu poderia estar fazendo errado para minha filha agir assim. Será que ela quer mais atenção? Será que está dormindo o suficiente? Será que o ambiente no lar está pesado para ela? Será que ela gosta da gente? Será que as professoras estão falando a verdade e na creche ela é tranquila todo o tempo? Por que em certos momentos não consigo acalmá-la... Nossa, quantas dúvidas. É intrigante para mim este comportamento dúbio. Será que isto é normal? Se alguém passa ou passou por uma situação parecida, me diga o que fazer. Me ajudem a acalmar este coração de mãe.
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A falta de imagens
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Uma surpresa!
Gente, minha filha me surpreende muito. Ontem a deixei na escolinha já imaginando o pior: que ela iria chorar muito quando eu fosse embora, que ficaria chorosa todo o tempo. Imagine! Quando cheguei na creche, falei com ela: "Chegamos na escolinha!" e ela: "Colinha, colinha". Assim que chegou perto da turminha e da professora dela, já foi se enturmando, abraçou a professora. Me deu um beijinho, deu tchau e lá se foi para o balancinho com os colegas. Achei fofo demais! Quando voltei para buscá-la, ela estava dormindo e a professora me disse que ela ficou ótima, não chorou nem 1 minuto sequer! Vai entender! Em casa, quando saio e a deixo com o pai é o maior chororô. Na segunda feira, quando vim trabalhar e a deixei em casa, o pai dela me disse que ela chorou muito, quase 01 hora sem parar!! Meu marido estava doidinho!! Então, presumi que na escolinha ela iria chorar também. Mas como a escola já é um ambiente conhecido, afinal ela fica nesta creche desde os 4 meses, ela não estranhou tanto. E tem os brinquedos diferentes, os coleguinhas, então a adaptação está sendo mais fácil. Hoje, quando a deixei na escola foi a mesma cena, ela tranquila, me beijou e foi para a piscina de bolinhas, de onde aliás ela não desgrudava os olhos. Então, eu e a professora achamos que ela já pode ficar na escola o dia todo, assim vou buscá-la mais tarde hoje. Vamos ver a reação dela. A professora acha que ela ficará bem à tarde também. Pois é, nossos filhos são mais fortes e espertos do que pensamos...
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Novidades e adaptação
Ai gente, estou demorando a postar aqui, né? Ando muito ocupada, colocando o trabalho em dia após essas longas férias. Assim, vou falar rapidinho de algumas novidades da Aninha. Ela está muito esperta, já está começando a formar frases para se comunicar. Percebi isto outro dia quando seu bico caiu no chão e ela disse: "Bubu, chão", apontando com o dedinho para o chão. Outras "frases":
-"Vovóóó, cadê, vovó?" (chamando a vovó)
- "Papá, aninha qué". (pedindo papá)
-"Neném dedêra". ( quando vê neném mamando)
-"istólia, conta".(pedindo para contar história)
-"Papai modeu" ( quando papai dá mordidinhas)
E tantas outras, que ela fala de um jeitinho lindo. E tem muitas frases mais "complexas" que, confesso para vocês, não entendo nada. Ela fala, gesticula, mostra e a gente fica tentando entender o que ela quer dizer. Logo vai estar falando direitinho.
Amanhã ela irá para a escolinha, creio que o período de adaptação vai ser difícil, pois foi muito tempo em casa, com os pais, e ela está muito apegada a nós. Desde quinta-feira, depois do carnaval, ela tem ficado com o pai na parte da manhã para eu trabalhar. Meu marido me contou que ela chora e chama bastante por mim. Se com o pai ela fica assim, fico imaginando como será na creche, com as professoras. Tenho conversado com ela, falando que na escolinha ela terá os amiquinhos para brincar, novos brinquedos. O começo será difícil, mas logo ela irá se adaptar, como toda criança. Estamos na expectativa.
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Voltei!!
Olá pessoal!!! Depois de um longo e delicioso verão chuvoso, estou de volta. As férias foram ótimas, apesar de ter chovido quase todo o tempo. Ana Olívia está ótima, cada dia mais sapeca e cheia de novidades! Consegui iniciar a reforma da minha casa, já fiz o cômodo novo para a lavanderia. Agora esperar o dindim para colocar o fogão a lenha no anexo da cozinha. Bom, um grande abraço a todos vocês. Vou visitar os blogs que estou morrendo de saudades. Logo postarei as novidades das férias aqui.
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Retrospectiva
Fim de ano, época de reflexões e balanços. Não vou fugir à regra e vou fazer uma retrospectiva de 2007.
Saúde: Este ano tive um grande susto. No final de abril minha filha teve um problema muito sério de saúde, chegando a fazer uma cirurgia e ficar internada 21 dias, tomando antibiótico venoso. Depois foi para casa e ainda ficou mais 15 dias tomando antibiótico. Ela ficou com as duas perninhas engessadas e quase tivemos que adiar a festinha de 1 ano. Senti o maior medo da minha vida, foi muita aflição e sofrimento para nós. Eu me perguntava todos os dias porque não aconteceu comigo, e sim com ela? A mãe, se pudessse, tomaria para si toda a dor e sofrimento do filho. Um ser tão novinho (ela tinha 11 meses na época) e já passou por esta amarga experiência de vida, dor, hospital, cirurgia. Mas graças ao meu bom Deus, ao nosso esforço e ao próprio esforço dela, às orações de todos os nossos amigos e familiares, Ana se recuperou muito bem. Deu tudo certo. Ela ficou curada da infecção e não ficou com nehuma sequela nas pernas. Ela demorou um poquinho mais para andar, foi com 1 ano e 3 meses, mas hoje anda, corre e brinca com muita desenvoltura, e vai crescendo como a menina forte e lutadora, que descobri que ela é. A minha saúde vai bem, mas preciso fazer um chek up para ter certeza. A do marido é que me preocupa, esse ano ele tentou parar de fumar 02 vezes, mas infelizmente ainda não conseguiu se livrar do vício do cigarro.
Trabalho. Embora não possa dizer que sou plenamente realizada nesta área, estou tranquila. Ao menos tenho um emprego estável (sou funcionária pública federal) mas ainda falta alguma coisa. Estou com planos de fazer um mestrado para ver se mudo de área. Para o marido é que as coisas neste campo não foram promissoras este ano. Mais um ano desempregado, se virando com alguns bicos. Para um homem, isto é muito frustrante, por isso ele ainda não conseguiu largar o cigarro, é muita tensão. Mas ele não está parado, está estudando, recuprando o tempo perdido e tentando se aprimorar. Temos muita esperança que 2008 ele consiga alguma colocação.
Família. Mais um ano com meu pai acamado. E minha mãe forte lutando ao lado dele. Agradeço a Deus por ter estes dois, mais um ano, em minha companhia. Em janeiro meu querido pai completará 80 anos!! Ele é muito forte, pois o AVC foi muito abrangente, comprometeu muito a parte motora, ele perdeu os movimentos do lado esquerdo do corpo, por isso não consegue se esquilibrar para andar e para sentar sozinho precisa estar escorado por almofadas ou pelo braço de alguém. Mas ele segue forte e lúcido! Minha mãe também está com a saúde debilitada, ela sofre de diabetes e é bem teimosa com a doença, não faz um regime rigoroso e tenho que ficar no pé dela para tomar os remédios. Mas no geral, os dois estão bem.
Casamento. Nosso casamento vai muito bem, apesar das dificuldades financeiras pelas quais estamos passando. Tentamos ao máximo fazer com que isto não interfira no nosso relacionamento, existe muito carinho e amor entre nós. Eu não sei pensar a minha vida sem ele, e ele por seu lado, também nem sonha em ficar longe de mim! Esse ano ainda não deu para oficializar nossa união, por questões financeiras obviamente. Casar fica muito caro, e eu quero casar com tudo que tenho direito, vestido, cerimônia na igreja, uma pequena recepção para os convidados. Não quero um casamento "meia boca", né? Então prefiro ir adiando para quando tivermos condições. É até bom, assim esperamos a nossa daminha de honra crescer mais um pouquinho. Siiiiiiim, minha filha vai entrar de daminha, of course!
Amizades. Não sou aquela pessoa que tem mil amigos. Na verdade tenho poucos amigos, mas tenho certeza que são verdadeiros. Querida Fátima, amiga e madrinha da minha filha, estou com saudades e te esperando pro Natal. No mundo real as amizades se mantiveram, e consegui resgatar algumas antigas. Sabe como é, as pessoas somem da nossa vista, ainda lembramos delas, mas devido a correria da vida não visitamos, não entramos em contato. Até que um dia você vê a pessoa na rua e pode acontecer duas coisas: a) vocês dão um cumprimento "chocho", sem maiores intenções de aproximação e cada um segue para seu lado; b) vocês abrem aquele sorriso mais sincero, cheio de saudades, se abraçam e resgatam todo o carinho de antigamente. Comigo aconteceu os dois momentos, algumas amizades foram realmente perdidas, mas outras consegui resgatar. E claro, as amigas virtuais que ganhei quuando criei este blog, em novembro. Minha segunda "cria". Não consigo ficar um dia sem visitar suas "casinhas" e ficar sabendo o que está acontecendo! Esta vai ser a parte ruim das férias, sem net em casa, vou ficar sem notícias delas e de seus fofuchos. Mas espero em 2008 fortalecer estas amizades virtuais e fazer mais um monte!
Perdas: Este ano perdemos uma pessoa muito querida, principalmente para meu marido. Ele perdeu o pai de criação e a Aninha ficou sem o padrinho dela. Sr. Adailton nos deixou em agosto, perto do dia dos pais, devido a um infarto fulminante. Foi uma pessoa muito importante da vida do meu marido e ele tinha verdadeira adoração por ele. Meu marido tem o pai biológico, vivo e com saúde, mas durante uma boa parte da sua vida foi criado pelo Sr. Adailton, que ele chama carinhosamente de "pai preto". Uma grande perda para nós, infelizmente ele não poderá carregar minha filha e fazer "upa, upa", deixando ela bem moleca, como ele havia prometido. Fazer o quê? A vida é caprichosa.
Bom, há muito tempo deixei de fazer as famosas "listas do que fazer no próximo ano", listas cheias de planos e intenções, que muitas vezes ficavam só no papel, por culpa minha ou por capricho da vida, batendo na minha cara e dizendo: "-Cai na real, isso não é possível de fazer!" Então para não ter que ficar adiando planos (adiar, mas nunca desistir, viu vida?) e me frustrar só tenho dois desejos muito importantes: SAÚDE para minha família e para todos aqueles que amo. E em tempos de muita violência gratuita, só desejo PAZ para a minha família. Tendo saúde e paz, o resto a gente tira de letra. Não concordam?
Um grande beijos a todos e um Natal realmente de muita paz e alegria junto aos seus. Estar junto de quem amamos é o que importa, mesmo sem presentes. E nos vemos em 2008!!

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Marcadores: fim de ano, retrospectiva
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Está chegando a hora...
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Marcadores: contagem regressiva, férias
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
A reforma, parte 3.

Este outro modelo é de ferro fundido. Estamos ainda em dúvida sobre qual modelo usar. Mas qualquer um dos dois vai ficar muito bonito. Meu marido já fez a mesa, bem rústica. Depois é só comprar aqueles acessórios lindos de cozinha de roça: panela de ferro (caras!) , bule esmaltado, tachos e colheres de pau. E voialá, um pedacinho da roça dentro da nossa casa!
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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Bom fim de semana!
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Marcadores: família, felicidade, fim de semana
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
sentimentos contraditórios
Eu ando muito voada ultimamente, não sei se é cansaço, tédio, as preocupações que povoam meu coração. É verdade que estou com a cabeça nas minhas férias, doidinha para ficar em casa curtindo minha filhota, minha casa e tendo mais tempo para o maridão. Só sei que isto está me influenciando, vivo esquecendo as coisas. Na terça-feira tive uma surpresa ao chegar na creche para buscar a Ana. A educadora me perguntou porque não cheguei mais cedo para a reunião, ela estranhou minha ausência, já que eu sempre compareço. - AH? Como assim? Reunião? Bom, não sei se foi distração minha ou da professora, mas na verdade eu não vi o bilhete. E realmente não gosto de faltar às reuniões da escola. Mas enfim, aconteceu. Recebi então o relatório individual da Aninha. É engraçado, não sei se acontece com vocês, mas quando leio qualquer coisa relacionada à minha filha, meus olhos ficam marejados... eu fiquei lá lendo sobre o desenvolvimento dela, a sua rotina na escola, as coisas que ela aprendeu e a emoção tomou conta. Sempre leio e releio os relatórios que recebo sobre ela, o primeiro foi quando ela tinha 06 meses e de vez em quando ainda leio. E sempre me emociono. No relatório deste ano diziam que ela é uma menina observadora e muito esperta. Seu vocabulário é muito rico, ela já nomeia tudo, do jeito tradicional ou do seu jeito. Fala o nome dos coleguinhas e das professoras. Seu desenvolvimento corporal é muito bom (ela adora dançar), gosta de brincar de roda com os coleguinhas, gosta de ouvir histórias, é muito carinhosa, alegre e colaboradora (ela sempre ajuda a guardar os brinquedos). Ai meu Deus, é demais esta minha fofucha, não? E realmente, todos parecem gostar muito da minha filhinha, todo mundo da escolinha conhece a Ana Olívia e seu sorriso constante. Hoje deixei ela na escolinha e fiquei de longe olhando, como ela se comportava (às vezes faço isso), eles estavam saindo da salinha para o passeio no parquinho. Fiquei vendo ela ir andando com a turma, tão independente. Me veio tantas coisas na cabeça, sei que a escola é minha grande aliada, pois não tenho com quem deixar a Ana (filha única, família pequena, mãe idosa e cuidando do pai doente), então para mim foi muito bom ter a escolinha, mas ao mesmo tempo meu coração fica apertado de deixá-la ali, ela fica o dia interinho! Fiquei olhando ela se afastar e pensando que só a veria novamente no finalzinho da tarde. Quantos sentimentos contraditórios passam pelo coração de uma mãe... Por isso espero tanto estas férias. Mas vamos tocando o bonde, que assim tá bom demais, né? A maior surpresa foi a lembrancinha que as educadoras deram para os papais e mamães, um porta retrato "emoldurado" por essa coisinha linda:
Olha esse sorrisão, tem como não gostar desta menina? Eu amei!!
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
O Título do blog
O título do blog mudou. Aos poucos vou me soltando neste mundo da blogosfera (he, he). Vou mexendo aqui, mexendo ali. Vasculho, encontro uma novidade e coloco no blog. Agora resolvi mexer no título. Tenho visitado muitos blogs de mamães e a maioria têm títulos muito originais. Então resolvi dar um título diferente ao meu blog. Ai meu Deus, que tarefa árdua. Tudo que envolve escolhas de nomes para mim é bem difícil. Haja vista o nome da minha filha, que demorei os 09 meses para decidir!! Então fiquei matutando a idéia um tempo. Porque comigo tem que ser assim, eu tenho uma escolha para fazer ,então eu deixo a idéia lá na minha cabeça, o cérebro fica processando dias e dias. Até que um dia eu resolvo. Fiquei pensando se não seria melhor fazer um blog somente para a minha filha e colocar um nome mais cut, cut, mais infantil, tipo " blog da Aninha". Mas aí eu já havia postado outras coisas mais "sérias" e que fugiam um pouco desta característica. Então li a descrição que coloquei no blog: reflexões de uma mulher trabalhadora, dona de casa e mãe de primeira viagem. Tenho a intenção de escrever não apenas como mãe, mas como uma mulher que exerce vários papéis e tem muitos interesses, e toda a dificuldade que ela encontra em conciliar "satisfatoriamente" todos esses papéis. Então, Mulher e Mãe acho que resume bem esta proposta. Gostaram? Então fica assim por enquanto, mas se eu tiver outra idéia melhor, eu mudo, viu? O que dá para mudar, está sempre sujeito a trocar! Ah, estou aberta a sugestões.
Obs.: o endereço do blog continua o mesmo.
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terça-feira, 11 de dezembro de 2007
O anjo da abastança
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